VERGONHA EM PLENO VOO! Flávio Dino é esculhambado por passageira em São Luís: “este avião está contaminado”

Por Luís Pablo Política
 
Dois registros de Flávio Dino: em 2019 como governador e agora como ministro

Dois registros de Flávio Dino: em 2019 como governador e agora como ministro

Em um voo de São Luís rumo a Brasília, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, passou por um episódio de vergonha pública diante de passageiros.

Uma mulher se levantou e, aos gritos, apontou contra ele acusações políticas, chamando-o de “comunista” e questionando: “onde o comunismo deu certo?”. O constrangimento foi tão grande que Dino permaneceu calado, de cabeça baixa, enquanto era repreendido em plena aeronave.

O episódio acontece justamente às vésperas do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro na Primeira Turma do STF, da qual Flávio Dino faz parte.

A cena expõe a crescente rejeição ao ministro, que tem sido duramente criticado por não se declarar impedido de participar do caso, mesmo após ter travado inúmeros embates políticos contra Bolsonaro quando ainda era governador do Maranhão e filiado ao PCdoB.

Dino já protagonizou declarações inflamados contra o ex-presidente. Agora, sentado como juiz da Suprema Corte, ignora o óbvio conflito ético e se mantém na cadeira de julgador de seu antigo adversário político.

Em nota, a assessoria do ministro tentou minimizar a cena no avião, mas ao que parece o constrangimento vivido por Flávio Dino reflete a percepção popular de que sua postura no STF está longe da imparcialidade exigida pela Constituição.

A hostilidade não surgiu do nada: foi consequência direta de suas ações recentes, vistas por muitos como revanchismo político disfarçado de atuação judicial.

Ao final do voo, a passageira foi conduzida pela Polícia Federal em Brasília e pediu que outros passageiros testemunhassem a seu favor: “Cadê o celular de vocês, gente, para ter filmado essa palhaçada aqui, para pegar uma mulher? Parece que vieram pegar o Bolsonaro aqui dentro.”

O silêncio de Flávio durante a cena foi o retrato de um ministro encurralado por sua própria conduta: sem isenção, sem autoridade moral e agora sem respeito público. O vexame em pleno voo se transforma em símbolo da crise ética que marca sua trajetória no STF.

3 comentários em “VERGONHA EM PLENO VOO! Flávio Dino é esculhambado por passageira em São Luís: “este avião está contaminado””

  1. Raimundo Tenório

    bandido como vc não sei se passará ainda esta eleição solto, não te esqueça que outro dia vc quase ia preso. Ou já esqueceu ? Lembre-se disso! Sua era de achaques e ameaças estão contadas, pq a justiça deve agir…

  2. Augustus

    É lamentável constatar que determinados meios de comunicação, movidos por interesses diversos e pelo apelo do sensacionalismo barato, tentem transformar um episódio isolado de desrespeito em combustível para atacar ainda mais uma autoridade da República.

    O que ocorreu dentro de uma aeronave, com gritos e ofensas dirigidas ao Ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, não pode ser confundido com “voz popular” ou “legítima manifestação democrática”. Foi, na verdade, um ato de hostilidade que deveria ser repudiado por todos que prezam pela convivência civilizada e pelo respeito às instituições.

    Explorar esse fato de forma irresponsável e leviana, como fez o blogueiro em sua postagem, é contribuir para o ambiente de intolerância e violência verbal que corrói a democracia. Não se trata aqui de concordar ou discordar das decisões de um magistrado — críticas podem e devem existir dentro dos limites da civilidade e do debate público saudável. O que não se pode admitir é a tentativa de humilhar e expor uma autoridade em um espaço público de forma hostil, como se isso fosse motivo de exaltação.

    O Ministro Flávio Dino merece apoio e solidariedade, não a perpetuação de injustiças por meio de publicações sensacionalistas e sem compromisso com a verdade. O que está em jogo não é apenas a figura do ministro, mas o respeito às instituições da República e à própria democracia.

    Se queremos fortalecer o Brasil, precisamos aprender a discordar sem perder a noção do respeito e da responsabilidade. A desinformação e o sensacionalismo não constroem — apenas dividem e enfraquecem a sociedade.

  3. Conde

    Depois que a democracia foi salva com pompa e circunstância, virou pecado mortal criticar os semideuses do Supremo. Qualquer discordância agora é ‘atentado institucional’, e quem ousa duvidar da infalibilidade dos togados é tratado como herege moderno. O Olimpo jurídico não aceita blasfêmias — só louvores e curtidas. A toga virou manto sagrado, e o contraditório, crime de pensamento.”

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