BOMBA! Assessora de Andreia Rezende diz que dinheiro seria entregue à deputada Helena Duailibe

Deputada Helena Duailibe (MDB) e a assessora Larissa Rezende
A Polícia Federal prendeu em flagrante, na manhã desta sexta-feira (17), em São Luís, a assessora Larissa Rezende, que trabalha no gabinete da deputada estadual Andreia Rezende (PSB). Ela é sobrinha do ex-deputado Stênio Rezende, marido da deputada.
Larissa foi flagrada saindo da agência do Banco do Brasil Palácio dos Leões com R$ 400 mil em espécie dentro de uma mochila.
Durante a abordagem, e após ser desmentida pelo motorista do táxi que ia lhe conduzir, a assessora afirmou que o dinheiro seria entregue à deputada Helena Duailibe (MDB), “para uma festa natalina”.
Segundo o delegado federal Ellison Cocino Correia, a diligência foi motivada por um relatório emito pelo COAF, na quinta-feira, dia 16, que apontou movimentação atípica de R$ 2.369.399,00 no período de 7 a 14 deste mês.
As transações envolveram Maria José de Lima Soares — responsável pela Associação Recreativa e Beneficente Folclórica de Maracanã — e a Companhia de Cultura Popular Catarina Mina, de titularidade de Ivan Jorge da Piedade Madeira. Ambos foram presos em flagrante.
O Relatório de Inteligência Financeira (RIF) do COAF ainda indicou provisão de saques de R$ 800 mil, sendo R$ 500 mil para o dia 17 (ontem, no dia da prisão) e R$ 300.399,00 para o dia 20 (próxima segunda-feira).
Com base nessas informações, a equipe da federal iniciou vigilância na agência. Por volta das 10h30, Maria José chegou ao banco e demonstrou comportamento inquieto; em seguida, Ivan se posicionou ao lado dela. Às 11h15, Larissa apareceu com uma mochila preta; os policiais perceberam que foi ela quem ficou com o dinheiro sacado por Maria e Ivan e a acompanharam até o lado externo, quando entrou em um táxi.
O delegado decidiu realizar a abordagem. Larissa se mostrou nervosa e, num primeiro momento, disse que levava o dinheiro para uma associação ligada a Maria e Ivan. Desconfiado, o delegado perguntou ao taxista qual seria o destino da corrida, respondendo que iria para a Assembleia Legislativa.
Confrontada com a informação do taxista, Larissa mudou a versão e admitiu que o dinheiro seria entregue à deputada Helena. Diante da contradição, o delegado deu voz de prisão.
“Larissa informou que na mochila tinha R$ 400.000,00, sendo que dos 100 mil restantes, uma parte foi pro imposto de 5% e o restante foi depositado para Maria e Ivan”, disse o delegado federal no relatório.
De acordo com os federais, a sede da Companhia de Cultura Popular Catarina Mina não apresenta capacidade operacional que justifique saques em espécie próximos de R$ 1 milhão, o que reforça a suspeita de que entidades culturais estariam sendo usadas como fachada para desvio de recursos de emendas parlamentares e lavagem de dinheiro.
Até o momento, as deputadas Andreia Rezende e Helena Duailibe não se manifestaram sobre a citação feita pela assessora durante o flagrante.

18/10/2025 às 14:44
O ´papada de porco’ e seus asseclas extremamente incomodados com os resultados profícuos do governo do Estado e da vertiginosa ascensão do pré-candidato ao governado do Maranhão, Orleans Brandão, já reuniu a mídia ‘amilhada’ para criar um clima de ‘terror’ e propalar que essa candidatura poderia ser contestada judicialmente.
Com argumentos falsos, inverossímeis e fora de contexto, um tal veículo de comunicação mentiu em uma tal argumentação que “campanha antecipada, abuso de poder político e econômico, e possíveis crimes eleitorais”. Esse mesmo ‘veículo de comunicação’ não questiona a campanha antecipada de Felipe Camarão, seus gastos e quem banca.
O que Felipe Camarão faz hoje é ou não “gastos excessivos, com uso de recursos públicos ou particulares, para promoção pessoal realizados antes do início legal da campanha podem ser considerados ilícitos eleitorais”.
Felipe Camarão é vice-governador e toda à sua agenda é só extremamente política. Só que esse mesmo veículo é incapaz de ecoar os tambores da verdadeira libertação, que não seja de seis interesses mesquinhos.
Ainda conta com uma tal declaração de um historiador que diz que a pré-candidatura de Orleans Brandão “é o coroamento de um grande processo de nepotismo”.
Falta lembrar ao historiador, que Flávio Dino nasceu dessa mesma oligarquia que rachou não por essência ideológica, mas por brigas provincianas de poder. Então, o governador José Reinaldo Tavares montou um ‘curral eleitoral’ para assegurar a Dino um mandato de deputado federal.
O historiador também deveria lembrar que secretarias como Saúde, Comunicação, Cidades, Infraestrutura foram usadas no Governo Dino para eleger os seus compinchas: Carlos Lula, Rodrigo Lago, Leandro Bello, Júlio Mendonça e outros.
E, assim caminha a humanidade: os falsos e odientos profetas mergulhando em seus interesses mesquinhos para atacar e tentar inviabilizar projetos destacadamente promissores.